segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Réplica do Mustang 1967 do filme "Bullitt" irá a leilão - Pregão será no dia 1º de dezembro e exemplar está avaliado em 35 mil Euros.

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Exemplar que vai a leilão pelo Bonhams foi totalmente restaurado; motor 6.4 litros V8 gera poderosos 324 cv
 
A tradicional casa britânica de leilões Bonhams anunciou essa semana um pregão com "celebridades" automotivas do cinema. O encontro será no dia 1º de dezembro e, entre os ilustres exemplares, está uma réplica do modelo que protagonizou o longa-metragem "O Calhambeque Mágico", em 1968. Mas dos carros que serão leiloados, destaca-se um Ford Mustang 1967 que é uma réplica do esportivo usado nas cenas de "Bullitt".

De acordo com a Bonhams, o Mustang que irá a leilão é igualzinho ao modelo pilotado pelo ator Steve McQueen nas famosas cenas de perseguição de "Bullitt", pelas ruas de São Francisco, Califórnia (EUA). Apesar de não ser o muscle-car do filme, o exemplar está avaliado em 35 mil Euros (quase R$ 90 mil). O leilão da Bonhams ainda terá outro modelo das telonas: um Shelby GT500 Eleanor similar ao do longa “60 Segundos”.
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Segundo a Bonhams, modelo é idêntico ao pilotado por Steve McQueen nas cenas de perseguição de "Bullitt"
 
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Aqui o Ford Mustang original, usado no filme "Bullitt", nas famosas cenas de perseguição em São Francisco (EUA)

Brasil: TRF libera Kia de dívida bilionária da Asia Motors


Editora Globo
Pequena, versátil e acessível, Towner se tornou febre entre autônomos, como vendedores de cachorro quente
 
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região anunciou nesta sexta-feira (25) que a Kia Motors não pode ser responsabilizada pela dívida de R$ 1,7 bilhão adquirida pela Asia Motors do Brasil na década de 90. Segundo comunicado oficial da montadora sul-coreana, “o TRF entendeu que a Fazenda não provou que a Kia era responsável pela gestão da AMB, nem que praticou qualquer ato que a tornasse responsável pela dívida”.

O imbróglio fiscal envolvendo Kia e Asia Motors já dura mais de uma década. Em 1993, período em que o mercado brasileiro vivia fase de abertura aos veículos importados, a Asia Motors anunciou uma grande operação no país. A marca, que comercializada as vans Towner e Topic, aderiu ao programa Regime Automotivo (lançado pelo governo) para ganhar isenção da taxa de importação e prometeu instalar uma fábrica.


 
Editora Globo
A Asia Topic fez muito sucesso como transporte de passageiros; van levava até 16 adultos e era acessível
 
O compromisso assumido com os líderes brasileiros foi semelhante ao que deve acontecer com o recente projeto de aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para importados: o governo isentaria os modelos da Asia da tarifa se a montadora erguesse uma unidade de produção local. Só que a fábrica nunca saiu do papel e, em 1997, a Asia Motors Corporation assumiu 51% das ações da AMB, tornando-se majoritária.

Dois anos depois, em 1999, a AMC foi incorporada à Kia Motors, que passou, assim, a ser sócia majoritária da Asia Motors do Brasil. O problema é que a Kia nunca teve o controle das atividades da importadora, situação que já havia sido reconhecida pela Corte de Arbitragem Internacional. Mas o governo brasileiro seguia considerando a montadora uma das responsáveis pela dívida bilionária da Asia Motors.
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Soul foi o primeiro Kia a ganhar motor flex, no início de 2011; logo depois, crossover ascendeu nas vendas
 
Como resultado, a Kia Motors do Brasil estava – desde 2001 – impossibilitada de apresentar qualquer projeto de construção de fábrica no país. Para erguer uma unidade fabril no país, seria necessário quitar a dívida do passado. Mas com a decisão do TRF (ainda provisória), a Kia enfim está isentada do débito e livre para anunciar planos locais. Isso porque as chances de a decisão ser revertida são pequenas.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional informou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o órgão, há provas de responsabilidade da Kia no caso, entre elas a dissolução irregular da Asia Motors do Brasil e a sucessão empresarial. Mas os representantes da Kia não acreditam que a decisão será revogada. Vale lembrar que o novo IPI para importados volta a valer no dia 15 de dezembro.

Brasileirinhos: Salão de Antigos reúne clássicos nacionais


Guilber Hidaka 
 
A simpática Romi-Isetta foi o primeiro automóvel produzido no Brasil, a partir de 1956
Em 1956, o Brasil via o lançamento do primeiro carro fabricado em território nacional. Tratava-se da pequenina Romi-Isetta, produzida pelas indústrias Romi em Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. O modelo iniciou uma longa e bem sucedida empreitada da indústria automotiva no país. Para conhecer mais essa história, vale visitar o Salão Internacional de Veículos Antigos, que ocorre até o próximo domingo (27) em São Paulo. O evento conta com uma ótima seleção de clássicos nacionais. Abaixo, você confere alguns dos destaques.

Maverick

O bom e velho “Mavecão” foi um dos primeiros esportivos produzidos no Brasil, deixando a linha de montagem da Ford em 1973. Uma das versões expostas no salão é a Sedan Super, de 1975. O esportivo é equipado com motor V8, que o faz acelerar de 0 a 100 km/h em poucos segundos.
Guilber Hidaka
Maverick 1973
 
Puma

O Puma nasceu a partir da paixão de um grupo pelo automobilismo que resolveu criar um automóvel esportivo. O cupê começou a ser fabricado em fibra de vidro, em 1967, pela extinta montadora DKW. O modelo exposto é a versão GTB de 1979.
Guilber Hidaka
Puma GTB 1979
 
Chevrolet Opala SS
Produzido entre 1968 e 1992, o modelo foi o primeiro automóvel de passeio fabricado pela General Motors no Brasil. Seu projeto resultou de uma combinação entre o visual do Opel Comodoro e a mecânica do Chevrolet Impala. Sucesso garantido entre os jovens moderninhos da época, o carro da foto é um SS da década de 1970.
Guilber Hidaka
Chevrolet Opala SS 1970
 
Volkswagen Fusca

Um dos carros mais queridos pelos brasileiros chegou ao país em 1950. Os veículos desembarcavam no porto de Santos e eram montados pela Brasmotor, do mesmo grupo da Brastemp, uma vez que a Volkswagen ainda não havia se instalado no país. A fabricação em solo nacional começou em 1959, já sob o comando da VW. A foto é de um modelo 1950.
Guilber Hidaka
Volkswagen Fusca 1950

Rio sob duas rodas - Cidade volta a apostar no aluguel de bicicletas públicas



O Rio voltou a ter um sistema de aluguel de bicicletas públicas, que ressurgiu maior e cheio de boas esperanças. O Bike Rio é uma aposta um pouco maior que o projeto anterior, o Pedala Rio – que teve problemas de furtos e limitação de estações.

Agora, ao invés de 150 bicicletas, serão 600, distribuídas em 60 estações. E para reforçar a segurança, estão sendo usadas novas travas e pinos de fixação. Outra novidade é a fonte de alimentação de energia das estações: painéis solares.

As estações são também interligadas pela rede 3G, que atualiza informações sobre bicicletas disponíveis em outras estações.

Segundo o site O Eco, as bicicletas do sistema antigo possuíam 19 quilos. As atuais têm 15, o que facilita o deslocamento dos ciclistas. Há algumas inspirações no sistema que opera em Paris, o Velib, que estimula viagens curtas, para conquistar adeptos no dia a dia.

Em Paris, os 30 primeiros minutos são de graça – desde que o usuário tenha aderido a um dos planos de aluguel. No Rio, são oferecidos sem custo os primeiros 60 minutos de todas as viagens, desde que respeitados 15 minutos entre elas.

BMW traz Série 1 M Coupé por R$ 268,6 mil

Quase ao mesmo tempo em que o rival RS 3, de R$ 298 mil, desembarca no Brasil, o também compacto esportivo Série 1 M Coupé chega às lojas da marca alemã um pouco mais em conta: R$ 268,6 mil. Trata-se da versão mais cara do cupê, que tinha o modelo 135i como topo de linha da gama, com etiqueta de R$ 239 mi.

série 1 m coupé (Foto: Divulgação)
BMW Série 1 M Coupé
 
O Série 1 M Coupé justifica o preço superior ao do 135i pelo motor 3.0 biturbo, de 6 cilindros em linha e 340 cavalos, ante o de 306 cv do modelo mais “pacato”. Somente o câmbio manual de seis marchas está disponível, e as rodas são de 19 polegadas. Segundo dados da marca, o esportivo alcança os 100 km/h em 4,9 segundos, enquanto sua velocidade máxima é limitada a 250 km/h. O Audi RS 3 tem a mesma potência, mas usa um bloco de 2.5 litros de 5 cilindros, também turbo.

série 1 m coupé (Foto: Divulgação)
BMW Série 1 M Coupé

Ícone brasileiro, Kombi chega a 1,5 milhão de unidades produzidas

VW Kombi (Foto: Divulgação) 
 
Depois de chegar a 500 mil unidades produzidas em 1977 e 1 milhão em 1995, a Volkswagen Kombi alcança agora a marca de 1,5 milhão de exemplares fabricados, que desde 1957 saem da fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).
 
VW Kombi (Foto: Divulgação)
 
Um dos modelos mais representativos da indústria nacional, a Kombi detém hoje 3,3% do segmento de comerciais leves, ocupando a 6ª colocação. Nete ano, foram comercializadas 22.644 unidades.
 

VW Kombi (Foto: Divulgação)
Com preços que vão de R$ 44.760 a R$ 57.930, a Kombi é oferecida nas versões Standard (9 passageiros), Furgão (2 ou 3 passageiros), Lotação (12 passageiros) e Escolar (15 passageiros), todas com motor 1.4 flex, de até 80 cavalos de potência.

Toyota divulga detalhes do novo esportivo GT 86

A Toyota antecipou a divulgação do seu principal modelo no Salão de Tóquio, o esportivo GT 86. Ele será lançado oficialmente nesta quarta-feira (30) e chegará às lojas no Japão e na Europa no ano que vem.
O GT 86 foi concebido como uma máquina inteiramente centrada no condutor, para ressaltar o prazer e dirigir e não a necessidade de se locomover. Os 86 GT é construído sobre uma nova plataforma, com aerodinâmica que ajuda no desempenho esportivo do carro.

Toyota GT 86 marca a volta da japonesa ao mundo dos esportivos (Foto: Divulgação)
Toyota GT 86 marca a volta da japonesa ao mundo dos esportivos
 
De acordo com a Toyota, o carro tem tração traseira e é equipado com motor boxer de 199 cv de potência a 7.000 rpm e 20,9 kgfm de torque a 6.600 rpm, com injeção direta de combustível. O conjunto pode ter transmissão manual de seis velocidades ou automática, também de seis velocidades.
Powertrain, design e o baixo peso dão ao compacto de quatro lugares uma boa relação pes-potência, isso porque a baixa inércia e o baixo centro de gravidade ajudam no desempenho.
O GT 86 mede 4,24 m de comprimento, 1,28 m de altura e 2,57 m de largura, dimensões que o tornam o mais compacto esportivo de quatro lugares carro desportivo disponível até hoje.
O carro vem com rodas de 17 polegadas e é equipado com freios a disco ventilados.

Toyota GT 86 traz a nova linguagem de design da marca (Foto: Divulgação)
Toyota GT 86 traz a nova linguagem de design da marca
 
Tecnologia inédita
O motor do GT 86 é o resultado de um programa conjunto de desenvolvimento entre a Toyota a Subaru. De acordo com a Toyota, o sistema inédito tem recursos separados para ambos os injetores duplos e porta de injeção direta, com uma alta taxa de compressão 12.5:1, aumentando a potência e torque em uma ampla gama de rotações do motor, sem sacrificar a eficiência de combustível e a redução de CO2.
O design do GT 86 carrega a nova linguagem em design da Toyota, com atenção focada na parte inferior do carro. A grade dá ao GT 86 uma aparência mais poderosa, com mais detalhes esportivos, incluindo spoiler traseiro e escapamentos duplos.
A bordo, a ergonomia e a função de cada elemento interagem com o condutor. Por exemplo, o volante tem diâmetro de 365 milímetros, tornando-o o menor já montado em um Toyota, e é aparado em camurça, desenvolvido a partir do feedback dos pilotos de testes sobre como obter o melhor desempenho de direção e aderência.
O painel de instrumentos é organizado em torno de um tacômetro grande. O resultado é a melhor visibilidade e legibilidade possíveis. O foco do cockpit no motorista é ainda reforçado pela guarnição de “efeito carbono”, com forro do teto preto, costura vermelha no estofamento e pedais de alumínio.

Interior do Toyota GT 86 ressalta o conforto do motorista (Foto: Divulgação)
Interior do Toyota GT 86 ressalta o conforto do motorista

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mecânico brasileiro desenvolve carro "quadriflex"

Além de “beber” álcool e gasolina, carro utiliza energia eólica e solar para reduzir consumo


Gram-Eollic
Fiat Uno adaptado pode ser alimentado por álcool, gasolina, luz solar e pelo vento
A invenção motorizada do mecânico Fernando Alves Ximenes promete reduzir em até 40% os gases poluentes despejados pelos carros. Aos 46 anos, o cearense é responsável pela criação de um carro quadriflex artesanal, que além de “beber” gasolina e etanol, também se alimenta de energia solar e eólica para auxiliar na redução de consumo de combustível. “Este é o primeiro veículo do mundo com a tecnologia”, valoriza o inventor.
Para colocar o advento em prática, Ximenes utilizou um Fiat Novo Uno e manteve a maioria das características do carro. Apesar do título “quadriflex”, o motor que move o veículo é o mesmo bicombustível da versão original. O diferencial está nos sistemas auxiliares de captação de energia. A solar é obtida por meio de um painel fotovoltaico instalado no teto. O mecânico prefere não entregar muitos detalhes sobre o sistema de captação de energia eólica, mas revela que ela é gerada através de turbinas instaladas na dianteira do carro, que entram em funcionamento a partir dos 40 km/h.
Essas fontes alternativas são as responsáveis por alimentar os sistemas periféricos do carro, como ar-condicionado, luzes e rádio. Com isso, foi-se o alternador e a transferência de energia do motor a combustão para a parte elétrica do veículo, o que auxiliou na redução do consumo e na manutenção da potência do motor. Quando não utilizada, a energia captada é armazenada na bateria do carro. Apesar das modificações, o peso do veículo não é radicalmente alterado, mantendo a média de 840 kg do Uno.

Gram-Eollic
Placa instalada no teto capta energia solar; Sistema de turbinas instalados na dianteira gera energia pelo vento
O carro é bom para o meio ambiente e para o bolso. O litro da gasolina rende até cinco quilômetros a mais com o uso da tecnologia. Segundo Ximenes, a potência original do carro é de 75 cv. Com o uso das energias alternativas esse número sobe para 81 cv, além de aumentar em 40% o torque. A sensação, segundo o criador do automóvel, é de que o motor 1.0 tem força equivalente ao de um bloco 1.3 litro.
A preocupação do mecânico com o meio ambiente surgiu há dez anos, durante o chamado “Apagão”, em 2001. Na época, o país passava por uma crise no abastecimento de energia elétrica e instaurou medida de racionamento. “Percebi que era preciso criar sistemas alternativos sustentáveis para desacelerar o processo de degradação ambiental”, lembra Ximenes.
Desde então, o mecânico tem se dedicado inteiramente à causa ecológica. Em conjunto com a empresa Gram-Eollic, que estuda projetos industriais com energias alternativas (e da qual o cearense faz parte), Ximenes desenvolveu um poste que fornece iluminação também por meio de energia eólica e solar. “Meu sonho é construir uma cidade totalmente sustentável”, revela.
O carro quadriflex ainda não passa de um protótipo, mas a ideia do inventor é divulgar sua criação para que automóveis sejam desenvolvidos com a tecnologia, que custa cerca de R$ 8.000 e pode ser instalada em qualquer veículo.

Gram-Eollic
Tecnologia tem um custo de cerca de R$ 8 mil para instalação em qualquer veículo

GM apresenta nova Chevrolet Colorado

Versão asiática da picape revela como ficará a Chevrolet S10 brasileira
General Motors
O modelo contará com opções de carroceria larga ou estreita, suspensão baixa ou alta e tração 4x2 e 4x4
Diretamente da Tailândia, a General Motors revela ao mundo sua nova versão da Chevrolet Colorado, produzida no Brasil como Chevrolet S10. O visual segue de perto o que foi revelado no conceito exibido no Salão de Buenos Aires deste ano, e já mostra como ficará a nova geração da picape brasileira, que será vendida no ano que vem.
Na Tailândia, a geração 2012 da picape será oferecida em 26 combinações diferentes de motorização e versões, que incluem variantes como cabine simples, cabine estendida e cabine dupla. Além disso, o modelo contará com opções de carroceria larga ou estreita, suspensão baixa ou alta e tração 4x2 e 4x4

General Motors 

O público asiático ainda terá três versões de acabamento: LS, LT e LTZ. Os motores oferecidos são 2.8 Duramax turbo-diesel, de 180 cv de potência e 47.9 kgfm de torque, e 2.5, também Duramax turbo-diesel, com 150 cv e 35.6 kgfm de torque.

General Motors

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

New Fiesta hatch chega por R$ 48.950

Versão 2012 do modelo vem do México em três versões; Confira avaliação


Guilber Hidaka
 
Versão hatch chega um ano depois do sedã, com visual que promete inovar segmento
A espera foi longa. Um ano depois do lançamento do New Fiesta sedã, finalmente a Ford começa a trazer do México a versão hatchback do modelo. Em termos de visual, o hatch (já como linha 2012) é ainda mais arrojado que a versão de três volumes. O modelo tem lanternas altas, esticadas para as laterais, além de tampa traseira e para-choque também elevados, o que garante um estilo bem agressivo. Os preços começam em R$ 48.950, mas aí também há novidades. Ao contrário do sedã, que vinha em duas opções (ou sem airbags ou com sete bolsas), o hatch oferece um pacote intermediário. Além do básico (sem airbags e sem ABS) e do completo (R$ 54.950, com sete airbags, bancos de couro, rodas aro 16, etc.), o New Fiesta hatch chega com uma opção intermediária, que por R$ 51.950 oferece airbag duplo, controle de estabilidade, sistema multimídia Sync, freios ABS e assistência de partida em rampa.

Ford 
 
New Fiesta hatch conta com controle de estabilidade e assistente de saída de rampa
De acordo com a Ford, as inovações que chegam com o Fiesta hatch serão estendidas ao sedã. O controle de estabilidade é uma boa novidade do Ford. Ele auxilia no controle do carro em situações críticas de derrapagem e perda de controle, e é uma raridade nesse segmento. Outra surpresa bem-vinda é o assistente de saída em rampa: ele mantém o veículo parado alguns instantes após o motorista soltar o pedal de freio em uma subida, dando tempo necessário para que o condutor possa acelerar, sem o risco de o veículo voltar. Na prática, o dispositivo elimina a necessidade de se utilizar o freio de estacionamento ao parar em subidas íngremes, à espera de o semáforo abrir. O sistema multimídia Sync é outra boa nova. Até agora disponível apenas em automóveis mais caros da Ford, como Fusion e Focus, o dispositivo permite controlar ar-condicionado, som e telefonia Bluetooth por comando de voz.
Outra novidade que a partir de agora será incorporada ao sedã é o filete de leds no para-choque, que funciona como luz de posição. Envolto por uma moldura cromada, o novo acabamento confere um visual bem melhor que o existente até agora no sedã, que vinha com uma peça plástica preta. Era evidente que ali faltava algo.

Guilber Hidaka 
 
Para-choque tem luzes de led nas seções inferiores para indicar posição à noite
Embora traga algumas novidades que devem ser estendidas ao New Fiesta sedã, ambos têm leves diferenças visuais, para preservar a identidade. É o caso da grade frontal. Enquanto o sedã continua com grade de filetes cromados (maior sobriedade), o modelo de dois volumes chega com grade mais fechada, pintada da cor do carro (mais esportividade).
Mecanicamente, não há novidades. O motor 1.6 Sigma (115 cavalos com etanol) repetiu a boa performance do sedã. O motor de alumínio, 16 válvulas e comando duplo garante agilidade mesmo abaixo de 2.000 rpm, e vai assim até as altas rotações. Tudo com muito silêncio a bordo. A direção elétrica é precisa, idem para a suspensão. A posição ao volante agrada. O painel é moderno e os comandos estão à mão. O espaço no banco traseiro é um pouco limitado para pessoas mais altas, por causa do teto, que cai um pouco na parte final da carroceria. No geral, porém, o veículo agrada, e passa a ser uma referência do segmento, disputado também por modelos como VW Polo e Fiat Punto. O teste completo do modelo está na edição de outubro da revista Autoesporte.

Ford 
 
Painel segue desenho da versão sedã, com controles modernos e fáceis de acessar
 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ducati mostra inédita Streetfighter 848 e Diavel AMG

Naked 848 faz sua estreia mundial no Salão Duas Rodas.
Executivo da marca diz que Brasil será 3º mercado para a empresa

A 11ª edição do Salão Duas Rodas começa nesta terça-feira (4) no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Entre as novidades que o público pode conferir, no evento que vai até o próximo domingo (9), estão as motocicletas da marca italiana Ducati. A principal novidade da empresa é a nova Streetfigher 848, que faz sua estreia mundial no Brasil.

Ducati Streetfighter 848 deve chegar ao país no primeiro semestre de 2012 (Foto: Rafael Miotto/ G1)
Ducati Streetfighter 848 deve chegar ao país no primeiro semestre de 2012
“Não foi fácil conseguir trazer a Ducati Streetfighter 848 para o Brasil. Ainda não temos muitas unidades disponíveis, mas estamos muito felizes por fazer a estreia do moto no país”, explica Roberto Righi, diretor de vendas da marca italiana que está no salão. A previsão da Ducati é que a Streetfighter chegue às lojas brasileiras no início de 2012, ainda sem preço definido.

A 848 trata-se de uma versão mais acessível da Streetfighter 1098. Seu propulsor possui dois cilindros e alcança 140 cv a 10.500 rpm e torque máximo de e 9,53 mkgf a 9.500 rpm. Além da Streetfighter, outra novidade interessante é a Diavel AMG, que possui apenas 150 unidades produzidas no mundo. Esta edição especial é fruto da parceria entre a Mercedes e Ducati, que participam em conjunto em ações de marketing e desenvolvimento de produtos.

A exclusiva Diavel AMG possui apenas 150 unidades no mundo (Foto: Rafael Miotto/ G1)
A exclusiva Diavel AMG possui apenas 150 unidades no mundo
Além de acabamento especial e cor exclusiva, a moto possui motor de dois cilindros capaz de alcançar 162 cv de potência a 9.500 rpm e torque máximo de 13,0 mkgf a 8.500 rpm. “Estamos estudando trazer algumas unidades para o Brasil”, afirma Righi.

O lançamento mundial da Streetfighter 848 no Brasil mostra a importância que o país tem para a marca. A fabricante italiana planeja iniciar a montagem de suas motos em Manaus, AM, pelo sistema de CKD (Complete Knock Down, totalmente desmontado, em inglês). “Teremos mais informações nas próximas semanas”, explica Righi, pois a Ducati ainda avalia a melhor maneira de se instalar no polo industrial.
Com o início do CKD, a expectativa da marca é que as vendas aumentem e os produtos se tornem mais competitivos “Em médio prazo, acredito que o Brasil possa ser o 3º país em importância para a Ducati. Atrás apenas da Itália e dos Estados Unidos”, afirma Righi.

SERVIÇO:
Salão Duas Rodas
Quando: 4 a 9 de outubro de 2011
Horários: das 14h às 22h, de 4 a 8 de outubro, e das 11h às 19h, no dia 9
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo
Ingressos: adultos: R$ 35; crianças de 5 a 12 anos: R$ 17
Estacionamento: bolsão para 1,2 motos gratuito; carros: R$ 25; motos (fora do bolsão): R$ 15
Transporte: haverá ônibus saindo do Terminal Rodoviário Tietê para o Anhembi

Brasileira Dafra leva 3 novidades ao salão, entre elas a Next 250

Motocicleta de 250 cm³ é capaz de alcançar 24 cv de potência máxima. Marca brasileira também lança a Roadwin 250 e a Riva 150.


Com o objetivo de crescer ainda mais no mercado brasileiro, a Dafra apresentou três novidades nesta segunda-feira (3), no dia destinado à imprensa no Salão Duas Rodas, que fica aberto para o público de 4 a 9 de outubro. A marca brasileira trouxe ao país as novas Roadwin 250, Next 250 e Riva 150. No caso da Roadwin 250, trata-se de uma nova parceria da Dafra com a sul-coreana Daelim.
Next 250 tem motor monocilíndrico com refrigeração líquida (Foto: Raul Zito/G1)
Next 250 tem motor monocilíndrico com refrigeração líquida

"Nosso objetivo é inovar no segmento de entrada", explica Creso Franco, presidente da Dafra. A Roadwin 250 é uma moto urbana com apelo esportivo e totalmente carenada. Seu propulsor é um monocilíndrico, com refrigeração líquida e injeção eletrônica, de 247 cm³. De acordo com a marca, o motor é capaz de alcançar 24 cv a 9.000 rpm e 1,92 mkgf. Na dianteira conta com dois discos no sistema de freio e, na traseira, possui um disco e alcança velocidade máxima de 130 km/h.

A Roadwin 250 é a primeira esportiva da marca brasileira (Foto: Raul Zito/ G1)
A Roadwin 250 é a primeira esportiva da marca brasileira

Ainda sem preço definido, a Roadwin começa a ser vendida no Brasil até o final do ano. Contudo, outro lançamento que deve ser mais impactante ao mercado é a nova Next 250. Fruto da parceria com a taiwanesa SYM, esta moto urbana tem linhas bem modernas e vêm com motor de refrigeração líquida e injeção eletrônica.
Com 249,4 cm³, este monocilíndrico tem potência máxima de 24 cv a 7.500 rpm e 2,35 mkgf de torque a 6.500 rpm. A Next 250 tem velocidade máxima declarada de 131 km/h e conta com dispositivo de LED no painel e na lanterna traseira. A moto chega às lojas em março de 2012. Para completar os lançamentos, a marca brasileira apresentou a Riva 150.

Riva 150 tem visual moderno, mas motor é carburado (Foto: Raul Zito/ G1)
Riva 150 tem visual moderno, mas motor é carburado
 
Trata-se de um modelo urbano e simples, mas com um visual diferenciado. Seu motor carburado e refrigerado a ar de 149,4 cm³, é capaz de alcançar 12,1 cv de potência a 8.250 rpm e 1,11 mkgf a 6.600 rpm. A Riva 150 chega às lojas em dezembro deste ano. A Dafra também assinalou a sua entrada no segmento das motos elétricas.

O Smart elétrico ainda é um protótipo (Foto: Raul Zito/ G1)
O Smart elétrico ainda é um protótipo
 
Apesar de ainda ser um protótipo, a marca brasileira mostrou ao público uma versão elétrica da Smart, ainda sem previsão de chegar ao mercado. Ainda dentro do segmento, a marca a bicicleta DB0, que é dobrável e destinado ao uso diário.
MV Agusta no Brasil
A Dafra aproveitou sua coletiva para mostrar um pouco sobre  da MV Agusta. A marca brasileira é a nova representante da MV Agusta no país e, inclusive, já está montando as motos em Manaus, AM. Ainda sem preço e data definidas para chegar ao Brasil, o público pode conferir os modelos: Brutale 1090RR, Brutale 1090R e a esportiva F4. "Anunciaremos mais detalhes sobre os produtos na próxima quarta-feira (5)", disse Franco.

MV Agusta F4 também está no estande da Dafra (Foto: Raul Zito/ G1)
MV Agusta F4 também está no estande da Dafra

Renault vai vender o SUV Duster a partir de R$ 50,9 mil no Brasil

Veículo pretende disputar mercado com o Ford EcoSport.
Ele chegará com motores 1.6 ou 2.0 e câmbio manual ou automático.


Renault Duster (Foto: Divulgação)
Renault Duster é projeto da romana Dacia
A Renault divulgou nesta terça-feira (4) que vai vender o SUV Duster a partir de R$ 50.900 no Brasil. Durante o lançamento do veículo, no Paraná, a montadora francesa informou que ele terá seis versões, com opção de motor flex 1.6 ou 2.0, ambos 16 V, e câmbio manual de cinco ou seis marchas ou automático de quatro.
A fabricante pretende vender 2,5 mil Duster por mês. O carro é aposta da Renault para disputar mercado com o EcoSport, líder no segmento e que parte de R$ 54.790, segundo o site da Ford, e também tem motores 1.6 e 2.0. O Duster é peça-chave no plano estratégico da montadora de aumentar a participação no mercado brasileiro de 5% para 8% até 2016. Atualmente a marca possui 6,1% e quer chegar ao fim do ano com 6,8% e 200 mil veículos vendidos.
renault duster (Foto: Divulgação)
Utilitário será fabricado no Paraná com adaptações para o Brasil
 
A Renault já havia anunciado no primeiro semestre que o utilitário será produzido no Paraná. A base está no modelo de mesmo nome desenvolvido pela divisão romena da companhia, a Dacia. Assim, o carro ganha mudanças na grade frontal, que passa a contar com três barras horizontais. De acordo com a Renault do Brasil, o modelo tem painel exclusivo para o mercado nacional, diferente do que é utilizado no Sandero no Logan, com quem o utilitário esportivo compartilha componentes.
Além do EcoSport, a montadora diz que o Duster mira os consumidores do Mitsubishi Pajero TR4 e  do Hyundai Tucson. Veja abaixo os preços de todas as versões do SUV:

Duster 1.6 16V (manual de 5 marchas) – R$ 50,9 mil
Duster Expression 1.6 16V (manual de 5 marchas) – R$ 53,2 mil
Duster Dynamique 1.6 16V (manual de 5 marchas) – R$ 56,9 mil
Duster Dynamique 2.016V (manual de 6 marchas) – R$ 60,6 mil
Duster Dynamique 2.0 16V Automático – R$ 64,6 mil
Duster Dynamique 2.0 16V 4x4 (manual de 6 marchas) – R$ 64,6 mil

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Fotos revelam visual da Chevrolet S10 2013

Picape que chega ano que vem é flagrada sem disfarce na Tailândia

   Reprodução
S10 foi flagrada sem disfarces nas ruas da Tailândia
 
As primeiras imagens da nova geração da Chevrolet S10 sem nenhum disfarce não foram feitas no Brasil, mas na Tailândia. O modelo, que chega ao Brasil no ano que vem já como linha 2013, foi flagrado em comboio pelos usuários do fórum Thai Spyshot. Por lá, a picape chega às lojas ainda este ano, dando início a renovação para os demais países.

   Reprodução
Dianteira traz nova linguagem visual da GM
 
A principal novidade no modelo é a atualização visual para a nova cara global da GM, marcada principalmente pela barra horizontal que divide a grade dianteira. As lanternas também foram remodeladas, ganhando formato mais alongado. Esses detalhes já podiam ser notados na picape conceito Colorado exibida pela GM no Salão de Buenos Aires deste ano.
Quando for lançada, no ano que vem, a S10 ainda terá que encarar a nova geração da Ford Ranger, além de encarar Toyota Hilux e Nissan Frontier no mercado.

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Fiat lança crossover Freemont por R$ 81.900

Com duas versões, fruto de parceria Fiat-Chrysler chega no dia 20 de agosto

Fiat
Modelo será vendido como utilitário esportivo pela Fiat
 
A Fiat apresenta hoje para imprensa seu primeiro crossover para o mercado nacional. O Freemont é fruto da parceria entre a marca italiana e a americana Chrysler, e foi desenvolvido a partir do Dodge Journey, que está à venda no Brasil desde 2008. Ele será oferecido nas versões se cinco lugares Emotion, por R$ 81.900, e de sete lugares Precision, por R$ 86 mil. As primeiras unidades começam a chegar nas concessionárias a partir do próximo dia 20.
Fabricado no México, o Freemont foi desenvolvido para o mercado europeu, e já chega com uma generosa lista de itens de série: direção hidráulica, ar-condicionado digital de duas zonas, rodas de liga-leve 16", duplo airbag, controle eletrônico de estabilidade e sistema multimídia com MP3 e tela sensível ao toque. A versão Precision ainda oferece regulagem eletrônica do banco do motorista, retrovisores com recolhimento elétrico, airbags laterais e sensores de estacionamento, entre outros.

Fiat
Dianteira e traseira ganharam pequenas mudanças para diferenciar o Freemont do Journey
 
O Freemont tem motor a gasolina 2.4 16V de duplo comando variável que desenvolve 172 cv de potência e 22,4 kgfm de torque a 4.500 rpm. O câmbio é automático de quatro velocidades para as duas versões, com opção de troca de marchas pela alavanca. O "irmão" Dodge Journey continuará sendo oferecido no país, mas com motor 2.7 V6 (atualmente, a partir de R$ 107.900).

Fiat 
A Fiat tem expectativas boas para o Freemont, com previsões de comercializar entre mil e 1.500 unidades do modelo por mês. Para conseguir isso, o crossover terá que enfrentar o mercado já ocupado por Peugeot 3008 e Mitsubishi ASX. Autoesporte colocou os concorrentes lado a lado em um comparativo, e o resultado você confere na revista que está nas bancas.

Fiat

Fiat 500 ganha motor flex a partir de R$ 39.990

Compacto adota motor 1.4 flex do Uno e passa a ser importado do México

 Fabio Aro
Fiat 500 tem motor 1.4, trio elétrico, ar, direção hidráulica, airbag duplo e freios ABS por R$ 39.990
Um Fiat 500, a gasolina e por R$ 60 mil parece um mau negócio? Para muitas pessoas, sim, mas a Fiat está disposta a mudar esse cenário. O modelo passa a ser importado do México e oferecido a partir de R$ 39.900. O compacto virá com o propulsor 1.4 do Uno e uma boa dose de equipamentos. A versão Cult, de entrada, sairá de fábrica com ar-condicionado, trio elétrico, duplo airbag, freios ABS, CD player com MP3, além de controles de tração e estabilidade.

Fabricado na linha de montagem de Toluca, de onde sai também o Freemont, o 500 conta com a isenção de impostos para ter um preço tão atraente em relação aos concorrentes do mesmo estilo, como Mini One e Smart Fortwo. Sob o capô, o motor do Uno continua rendendo 88 cv (etanol) e 12,5 kgfm de torque. Por conta do peso inferior, a tendência é que o 500 tenha um melhor desempenho que o hatch de entrada da marca italiana. A versão de entrada também poderá ser equipada com o câmbio automizada Dualogic.

 Fabio Aro
Porta-malas e espaço traseiro pequenos fazemdo 500 uma boa opção para os solteiros
Outra novidade está nas versões com o motor 1.4 16V Multiair, o primeiro modelo a utilizar a tecnologia no Brasil. O propulsor estará disponível nas versões Sport, que parte de R$ 48.800 e também na topo de linha Lounge, que sairá por R$ 54.800. Trata-se basicamente de um acionamento eletro-hidráulico das válvulas de admissão, que fazem o propulsor render 105 cv de potência e 13,4 kgfm de torque. Eles passam a adotar também a opção de câmbio automática, com uma caixa japonesa Aisin de seis velocidades.
Veja o teste completo do Fiat 500 na revista Autoesporte de setembro

O modelo continuará ainda tendo como ponto forte a personalização. Todas as versões podem ganhar teto solar e sistema de som Bose, com entrada auxiliar e USB. As cores disponíveis são branco, vermelho, azul, cinza, laranja, prata e preto. O revestimento interno também pode variar, com direito a tons de marfim e vermelho no painel. O modelo de entrada sairá de fábrica com rodas aro 15, com pneus 185/55, enquanto a Sport vem com rodas 16 e pneus 195/45.

 Fabio Aro
Interior tem linhas modernas e pode adotar cores extravagantes

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Conheça o Ford Ka 2012 Versão reestilizada chega às lojas em agosto


Por Daniel Messeder // Fotos Fabio Aro
 Fabio Aro
Para-choque com grade haxagonal e faróis com máscara escura são as principais novidades (reprodução proibida)
Ford
Ka Sport traz motor 1.6, rodas aro 15 e adesivos
O Ka se alinhou à nova linguagem visual da Ford na linha 2012. Agora o compacto ostenta um novo conjunto de para-choque e grade hexagonal, além de faróis com máscara escura e novo nicho para os faróis de neblina. Atrás, as lanternas passam a ser cinza transparentes, como no Fiesta Sedan, e há um aplique na parte inferior do para-choque com dois refletores nas extremidades. Para completar, novo desenho para as calotas e rodas de liga (opcional).

Por dentro, mudaram o tecido dos bancos e o quadro de instrumentos, que ganhou grafismo inédito e iluminação branca no lugar da antiga verde. Na mecânica, a única alteração está no isolamento dos amortecedores traseiros, mudança que deixou o compacto mais confortável. Os motores são os mesmos: 1.0 e 1.6.

 Fabio Aro
Atrás, lanternas transparentes, nova régua da placa e aplique com refletores nas pontas (reprodução proibida)
A Ford ainda não divulgou os preços (até porque o carro só chega às lojas em agosto), mas a previsão é que fiquem no patamar do modelo atual. A versão 1.6 passa a se chamar Sport, com rodas aro 15, pneus 195/55 e faixas na carroceria, como no Mustang.



 Fabio Aro
Embora tenham sido leves, as mudanças deixaram o Ka com aparência mais moderna (reprodução proibida)
 Fabio Aro
Quadro de instrumentos ganhou novo grafismo e iluminação branca. Tecido dos bancos também é novidade (reprodução proibida)