segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Réplica do Mustang 1967 do filme "Bullitt" irá a leilão - Pregão será no dia 1º de dezembro e exemplar está avaliado em 35 mil Euros.

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Exemplar que vai a leilão pelo Bonhams foi totalmente restaurado; motor 6.4 litros V8 gera poderosos 324 cv
 
A tradicional casa britânica de leilões Bonhams anunciou essa semana um pregão com "celebridades" automotivas do cinema. O encontro será no dia 1º de dezembro e, entre os ilustres exemplares, está uma réplica do modelo que protagonizou o longa-metragem "O Calhambeque Mágico", em 1968. Mas dos carros que serão leiloados, destaca-se um Ford Mustang 1967 que é uma réplica do esportivo usado nas cenas de "Bullitt".

De acordo com a Bonhams, o Mustang que irá a leilão é igualzinho ao modelo pilotado pelo ator Steve McQueen nas famosas cenas de perseguição de "Bullitt", pelas ruas de São Francisco, Califórnia (EUA). Apesar de não ser o muscle-car do filme, o exemplar está avaliado em 35 mil Euros (quase R$ 90 mil). O leilão da Bonhams ainda terá outro modelo das telonas: um Shelby GT500 Eleanor similar ao do longa “60 Segundos”.
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Segundo a Bonhams, modelo é idêntico ao pilotado por Steve McQueen nas cenas de perseguição de "Bullitt"
 
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Aqui o Ford Mustang original, usado no filme "Bullitt", nas famosas cenas de perseguição em São Francisco (EUA)

Brasil: TRF libera Kia de dívida bilionária da Asia Motors


Editora Globo
Pequena, versátil e acessível, Towner se tornou febre entre autônomos, como vendedores de cachorro quente
 
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região anunciou nesta sexta-feira (25) que a Kia Motors não pode ser responsabilizada pela dívida de R$ 1,7 bilhão adquirida pela Asia Motors do Brasil na década de 90. Segundo comunicado oficial da montadora sul-coreana, “o TRF entendeu que a Fazenda não provou que a Kia era responsável pela gestão da AMB, nem que praticou qualquer ato que a tornasse responsável pela dívida”.

O imbróglio fiscal envolvendo Kia e Asia Motors já dura mais de uma década. Em 1993, período em que o mercado brasileiro vivia fase de abertura aos veículos importados, a Asia Motors anunciou uma grande operação no país. A marca, que comercializada as vans Towner e Topic, aderiu ao programa Regime Automotivo (lançado pelo governo) para ganhar isenção da taxa de importação e prometeu instalar uma fábrica.


 
Editora Globo
A Asia Topic fez muito sucesso como transporte de passageiros; van levava até 16 adultos e era acessível
 
O compromisso assumido com os líderes brasileiros foi semelhante ao que deve acontecer com o recente projeto de aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para importados: o governo isentaria os modelos da Asia da tarifa se a montadora erguesse uma unidade de produção local. Só que a fábrica nunca saiu do papel e, em 1997, a Asia Motors Corporation assumiu 51% das ações da AMB, tornando-se majoritária.

Dois anos depois, em 1999, a AMC foi incorporada à Kia Motors, que passou, assim, a ser sócia majoritária da Asia Motors do Brasil. O problema é que a Kia nunca teve o controle das atividades da importadora, situação que já havia sido reconhecida pela Corte de Arbitragem Internacional. Mas o governo brasileiro seguia considerando a montadora uma das responsáveis pela dívida bilionária da Asia Motors.
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Soul foi o primeiro Kia a ganhar motor flex, no início de 2011; logo depois, crossover ascendeu nas vendas
 
Como resultado, a Kia Motors do Brasil estava – desde 2001 – impossibilitada de apresentar qualquer projeto de construção de fábrica no país. Para erguer uma unidade fabril no país, seria necessário quitar a dívida do passado. Mas com a decisão do TRF (ainda provisória), a Kia enfim está isentada do débito e livre para anunciar planos locais. Isso porque as chances de a decisão ser revertida são pequenas.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional informou que vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o órgão, há provas de responsabilidade da Kia no caso, entre elas a dissolução irregular da Asia Motors do Brasil e a sucessão empresarial. Mas os representantes da Kia não acreditam que a decisão será revogada. Vale lembrar que o novo IPI para importados volta a valer no dia 15 de dezembro.

Brasileirinhos: Salão de Antigos reúne clássicos nacionais


Guilber Hidaka 
 
A simpática Romi-Isetta foi o primeiro automóvel produzido no Brasil, a partir de 1956
Em 1956, o Brasil via o lançamento do primeiro carro fabricado em território nacional. Tratava-se da pequenina Romi-Isetta, produzida pelas indústrias Romi em Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. O modelo iniciou uma longa e bem sucedida empreitada da indústria automotiva no país. Para conhecer mais essa história, vale visitar o Salão Internacional de Veículos Antigos, que ocorre até o próximo domingo (27) em São Paulo. O evento conta com uma ótima seleção de clássicos nacionais. Abaixo, você confere alguns dos destaques.

Maverick

O bom e velho “Mavecão” foi um dos primeiros esportivos produzidos no Brasil, deixando a linha de montagem da Ford em 1973. Uma das versões expostas no salão é a Sedan Super, de 1975. O esportivo é equipado com motor V8, que o faz acelerar de 0 a 100 km/h em poucos segundos.
Guilber Hidaka
Maverick 1973
 
Puma

O Puma nasceu a partir da paixão de um grupo pelo automobilismo que resolveu criar um automóvel esportivo. O cupê começou a ser fabricado em fibra de vidro, em 1967, pela extinta montadora DKW. O modelo exposto é a versão GTB de 1979.
Guilber Hidaka
Puma GTB 1979
 
Chevrolet Opala SS
Produzido entre 1968 e 1992, o modelo foi o primeiro automóvel de passeio fabricado pela General Motors no Brasil. Seu projeto resultou de uma combinação entre o visual do Opel Comodoro e a mecânica do Chevrolet Impala. Sucesso garantido entre os jovens moderninhos da época, o carro da foto é um SS da década de 1970.
Guilber Hidaka
Chevrolet Opala SS 1970
 
Volkswagen Fusca

Um dos carros mais queridos pelos brasileiros chegou ao país em 1950. Os veículos desembarcavam no porto de Santos e eram montados pela Brasmotor, do mesmo grupo da Brastemp, uma vez que a Volkswagen ainda não havia se instalado no país. A fabricação em solo nacional começou em 1959, já sob o comando da VW. A foto é de um modelo 1950.
Guilber Hidaka
Volkswagen Fusca 1950

Rio sob duas rodas - Cidade volta a apostar no aluguel de bicicletas públicas



O Rio voltou a ter um sistema de aluguel de bicicletas públicas, que ressurgiu maior e cheio de boas esperanças. O Bike Rio é uma aposta um pouco maior que o projeto anterior, o Pedala Rio – que teve problemas de furtos e limitação de estações.

Agora, ao invés de 150 bicicletas, serão 600, distribuídas em 60 estações. E para reforçar a segurança, estão sendo usadas novas travas e pinos de fixação. Outra novidade é a fonte de alimentação de energia das estações: painéis solares.

As estações são também interligadas pela rede 3G, que atualiza informações sobre bicicletas disponíveis em outras estações.

Segundo o site O Eco, as bicicletas do sistema antigo possuíam 19 quilos. As atuais têm 15, o que facilita o deslocamento dos ciclistas. Há algumas inspirações no sistema que opera em Paris, o Velib, que estimula viagens curtas, para conquistar adeptos no dia a dia.

Em Paris, os 30 primeiros minutos são de graça – desde que o usuário tenha aderido a um dos planos de aluguel. No Rio, são oferecidos sem custo os primeiros 60 minutos de todas as viagens, desde que respeitados 15 minutos entre elas.

BMW traz Série 1 M Coupé por R$ 268,6 mil

Quase ao mesmo tempo em que o rival RS 3, de R$ 298 mil, desembarca no Brasil, o também compacto esportivo Série 1 M Coupé chega às lojas da marca alemã um pouco mais em conta: R$ 268,6 mil. Trata-se da versão mais cara do cupê, que tinha o modelo 135i como topo de linha da gama, com etiqueta de R$ 239 mi.

série 1 m coupé (Foto: Divulgação)
BMW Série 1 M Coupé
 
O Série 1 M Coupé justifica o preço superior ao do 135i pelo motor 3.0 biturbo, de 6 cilindros em linha e 340 cavalos, ante o de 306 cv do modelo mais “pacato”. Somente o câmbio manual de seis marchas está disponível, e as rodas são de 19 polegadas. Segundo dados da marca, o esportivo alcança os 100 km/h em 4,9 segundos, enquanto sua velocidade máxima é limitada a 250 km/h. O Audi RS 3 tem a mesma potência, mas usa um bloco de 2.5 litros de 5 cilindros, também turbo.

série 1 m coupé (Foto: Divulgação)
BMW Série 1 M Coupé

Ícone brasileiro, Kombi chega a 1,5 milhão de unidades produzidas

VW Kombi (Foto: Divulgação) 
 
Depois de chegar a 500 mil unidades produzidas em 1977 e 1 milhão em 1995, a Volkswagen Kombi alcança agora a marca de 1,5 milhão de exemplares fabricados, que desde 1957 saem da fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP).
 
VW Kombi (Foto: Divulgação)
 
Um dos modelos mais representativos da indústria nacional, a Kombi detém hoje 3,3% do segmento de comerciais leves, ocupando a 6ª colocação. Nete ano, foram comercializadas 22.644 unidades.
 

VW Kombi (Foto: Divulgação)
Com preços que vão de R$ 44.760 a R$ 57.930, a Kombi é oferecida nas versões Standard (9 passageiros), Furgão (2 ou 3 passageiros), Lotação (12 passageiros) e Escolar (15 passageiros), todas com motor 1.4 flex, de até 80 cavalos de potência.

Toyota divulga detalhes do novo esportivo GT 86

A Toyota antecipou a divulgação do seu principal modelo no Salão de Tóquio, o esportivo GT 86. Ele será lançado oficialmente nesta quarta-feira (30) e chegará às lojas no Japão e na Europa no ano que vem.
O GT 86 foi concebido como uma máquina inteiramente centrada no condutor, para ressaltar o prazer e dirigir e não a necessidade de se locomover. Os 86 GT é construído sobre uma nova plataforma, com aerodinâmica que ajuda no desempenho esportivo do carro.

Toyota GT 86 marca a volta da japonesa ao mundo dos esportivos (Foto: Divulgação)
Toyota GT 86 marca a volta da japonesa ao mundo dos esportivos
 
De acordo com a Toyota, o carro tem tração traseira e é equipado com motor boxer de 199 cv de potência a 7.000 rpm e 20,9 kgfm de torque a 6.600 rpm, com injeção direta de combustível. O conjunto pode ter transmissão manual de seis velocidades ou automática, também de seis velocidades.
Powertrain, design e o baixo peso dão ao compacto de quatro lugares uma boa relação pes-potência, isso porque a baixa inércia e o baixo centro de gravidade ajudam no desempenho.
O GT 86 mede 4,24 m de comprimento, 1,28 m de altura e 2,57 m de largura, dimensões que o tornam o mais compacto esportivo de quatro lugares carro desportivo disponível até hoje.
O carro vem com rodas de 17 polegadas e é equipado com freios a disco ventilados.

Toyota GT 86 traz a nova linguagem de design da marca (Foto: Divulgação)
Toyota GT 86 traz a nova linguagem de design da marca
 
Tecnologia inédita
O motor do GT 86 é o resultado de um programa conjunto de desenvolvimento entre a Toyota a Subaru. De acordo com a Toyota, o sistema inédito tem recursos separados para ambos os injetores duplos e porta de injeção direta, com uma alta taxa de compressão 12.5:1, aumentando a potência e torque em uma ampla gama de rotações do motor, sem sacrificar a eficiência de combustível e a redução de CO2.
O design do GT 86 carrega a nova linguagem em design da Toyota, com atenção focada na parte inferior do carro. A grade dá ao GT 86 uma aparência mais poderosa, com mais detalhes esportivos, incluindo spoiler traseiro e escapamentos duplos.
A bordo, a ergonomia e a função de cada elemento interagem com o condutor. Por exemplo, o volante tem diâmetro de 365 milímetros, tornando-o o menor já montado em um Toyota, e é aparado em camurça, desenvolvido a partir do feedback dos pilotos de testes sobre como obter o melhor desempenho de direção e aderência.
O painel de instrumentos é organizado em torno de um tacômetro grande. O resultado é a melhor visibilidade e legibilidade possíveis. O foco do cockpit no motorista é ainda reforçado pela guarnição de “efeito carbono”, com forro do teto preto, costura vermelha no estofamento e pedais de alumínio.

Interior do Toyota GT 86 ressalta o conforto do motorista (Foto: Divulgação)
Interior do Toyota GT 86 ressalta o conforto do motorista