quinta-feira, 21 de junho de 2012

Yamaha YZF-R1 2013: um banho de eletrônica






Depois de inovar mecanicamente com o inédito virabrequim crossplane no modelo 2010, a Yamaha YZF-R1 ficou para trás na corrida das superesportivas de 1.000cc no que se refere à tecnologia embarcada. Desde então BMW, Ducati, MV Agusta e Kawasaki trataram de equipar seus modelos do segmento com o útil controle de tração que, na prática, proporciona acelerações com mais confiança nas saídas de curva – o que significa importantes milésimos de segundos em uma pista de corrida. Agora a R1 iguala-se a suas concorrentes.


O novo modelo 2013, lançado em 1º de junho no Brasil, ganhou um moderno Traction Control System (TCS), ou em bom português: sistema de controle de tração com seis diferentes níveis de atuação – e para os mais radicais, uma boa notícia, pode-se desligar completamente o TCS. Essa, sem dúvida, é a mais importante novidade do modelo, porém a fábrica japonesa também fez algumas alterações aerodinâmicas e visuais na carenagem dianteira, alterou a distribuição de peso do modelo e reprogramou a central eletrônica. Pequenos ajustes finos que, de acordo com a Yamaha, foram feitos para tornar a superesportiva ainda mais controlável.



Eletrônica O motor manteve-se o mesmo quatro cilindros em linha, DOHC, com refrigeração líquida e 998 cm³ de capacidade e o virabrequim crossplane. Os pistões são posicionados a 90° um do outro, uma característica desse tipo de virabrequim, e que resulta em um intervalo de ignição desigual (270°-180°-90°-180°), ou seja, cada cilindro detona individualmente. Na prática isso significa uma relação muito próxima de 1:1 entre o torque proveniente da câmara de combustão, controlado pela mão do piloto no acelerador, e o torque transferido à roda – praticamente uma conexão direta entre o acelerador e o pneu traseiro.



O motor alimentado por uma injeção eletrônica Mikuni com bicos de 12 furos e injetores auxiliares continua produzindo 182 cavalos de potência máxima a 12.500 rpm. Como na versão anterior, os dutos de admissão são variáveis (YCC-I), mantendo seu comprimento maior até os 9.400 rpm e depois disso o reduz para melhorar o desempenho em altos giros.



Completa o pacote eletrônico o YCC-T, acelerador eletrônico da Yamaha. O sistema manteve o D-Mode, que altera a resposta desse acelerador eletrônico sem mudar a faixa de potência e torque. O modo Standard é o convencional. No modo A, o acelerador fica ainda mais arisco e, no B, fica cerca de 30% mais lento. O que mudou foi a programação da Unidade de Central Eletrônica (ECU, na sigla em inglês).



Revisada, a nova programação da ECU alterou o grau de abertura do acelerador em algumas situações, assim como o volume de combustível injetado e o tempo de ignição do motor. Claro que isso foi feito para que o novo controle de tração (TCS) cumprisse sua função, mas também ajudou a controlar a moto nas desacelerações.



O novo TCS monitora constantemente os sensores instalados nas rodas dianteira e traseira, e quando qualquer derrapagem na roda traseira é detectada o sistema alerta a ECU que, por sua vez, instantaneamente ajusta o ângulo de abertura do acelerador. Caso não seja suficiente para evitar a perda de aderência, o fornecimento de combustível é ajustado assim como o tempo de ignição. Com seis níveis – sendo o “6” mais atuante e “1”, menos - , além da posição “OFF” (desligado), o TCS pode ser ajustado de acordo com as condições da via e a preferência do piloto.



Na pista No Autódromo Ayrton Senna, em Londrina (PR), palco da apresentação da nova R1 para a imprensa brasileira, tive a chance de dar algumas voltas com o modelo anterior e com o lançamento. Logo pela manhã, o cenário era ideal para perceber o funcionamento do TCS: tinha chovido à noite e havia inúmeras poças d’água no traçado. Situação comumente encontrada nas ruas e estradas.



Saída de curva e pista molhada. Acelerei e pude notar que a moto parecia “falhar”. Era o tal TCS entrando em ação. Sua atuação, no nível “6”, foi bastante intrusiva, ou seja, o corte na aceleração foi facilmente perceptível, porém nada que prejudicasse a estabilidade da moto. Já no período da tarde, a pista secou. Diminuí o TCS para o nível “3” e acelerei exageradamente. Desta vez senti o sistema atuar de forma mais leve – tanto pelo nível menor do TCS como pela situação melhor da pista.



Outra mudança bastante perceptível em relação ao modelo anterior foi o acelerador eletrônico. Sua atuação, tanto nas acelerações quanto nas desacelerações, está mais suave e controlável. Na R1 2011, quando se tirava a mão nas entradas de curva a desaceleração era bastante brusca e, em alguns momentos, chegava a interferir no comportamento dinâmico da moto. Nesta nova R1 2013, o funcionamento é nitidamente mais dócil. Um ajuste fino muito bem vindo.



Outras novidades Além do controle de tração, as outras mudanças foram discretas. Ciclisticamente, a R1 2013 permaneceu basicamente a mesma. Exceto pelo amortecedor traseiro que, de acordo com a marca, ficou mais progressivo: aumentou sua rigidez no início da compressão, mas está mais “macio” no final. Tudo para se sair melhor na pista e absorver as imperfeições do asfalto de ruas e estradas. Os freios, apesar de bons, ainda não ganharam o sistema antitravamento (ABS). Quem sabe na próxima versão?



A mesa do guidão também é nova. Agora a peça é vazada e mais leve, inspirada na YZF M1, que disputa o Campeonato Mundial de MotoGP. Outro detalhe novo é o desenho das pedaleiras, que permite um melhor encaixe dos pés e uma melhor sensibilidade para pilotar esportivamente.



No quesito visual, o destaque vai para as mudanças na parte frontal da carenagem. A parte abaixo dos dois faróis foi aberta para melhorar a aerodinâmica e a peça ficou mais “pontuda”. O conjunto óptico dianteiro também ganhou um contorno em LEDs, bem ao estilo que já existe nos carros de luxo. A ponteira dos escapamentos também ganhou novo desenho, com uma proteção também inédita.



Cores e preço Uma boa notícia para os motociclistas brasileiros é que desta vez a Yamaha vai oferecer a nova YZF R1 em mais opções de cores – na última atualização os consumidores daqui só tinham a cor preta à disposição. O recém-lançado modelo 2013 chega às concessionárias da marca na tradicional cor azul da Yamaha com rodas douradas; na roupagem preta; e em uma exclusiva pintura branca com grafismos para o mercado nacional.



Com preço sugerido de R$ 61.490, a nova Yamaha YZF R1 2013 estará à venda a partir da segunda quinzena de junho.


Yamaha YZF R1 2010
Motor Quatro cilindros em linha, DOHC, refrigeração líquida, 16 válvulas
Capacidade cúbica 998 cm³
Potência máxima 182 cv a 12.500 rpm
Torque máximo 11.8 kgf.m a 10.000 rpm
Alimentação Injeção eletrônica
Capacidade do tanque 18 litros
Câmbio Seis marchas com embreagem multidisco em banho de óleo
Transmissão final Por corrente
Suspensão dianteira Garfo telescópico invertido com 120 mm de curso
Suspensão traseira Balança monoamortecida com 120 mm de curso
Freio dianteiro Duplo disco de 310 mm de diâmetro com pinças radiais de três pistões
Freio traseiro Disco de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples
Chassi Deltabox em alumínio
Dimensões (C x L x A) 2.070 mm x 715 mm x 1.130 mm
Altura do assento 835 mm
Altura mínima do solo 135 mm
Entre-eixos 1.415 mm
Peso em ordem de marcha 205 kg
Cores Azul, branca e preta
Preço público sugerido R$ 61.490

SEGREDO – Novo Kia Sorento é fotografado em autódromo




SUV será revelado no segundo semestre com nova dianteira e traseira



Próximo da meia-idade, o Kia Sorento ganhará novidades no segundo semestre. Flagrado pela agência Automedia em um autódromo, o SUV intermediário da marca ganhará nova dianteira e traseira, além de leve retoques no interior. De acordo com os espiões da empresa, o novo Sorento terá faróis com “sobrancelhas”, recurso já usado no cee’d e que será aplicado em outros modelos da marca. 


Não há detalhes de mudanças na motorização, composta por dois motores a gasolina e um a diesel. Contudo espiões da Automedia apostam na adoção do novo câmbio automático de oito marchas no modelo, mudança que já foi aplicada no Mohave.



No Brasil a principal novidade do modelo, que custa entre R$ 105 mil e R$ 131 mil é a inclusão de um sistema multimídia com GPS e tela sensível ao toque nas versões mais caras. No exterior o SUV ganhou um leve face-lift, com leves retoques no pára-choque dianteiro. A atualização deve chegar ao Brasil no segundo semestre, enquanto o modelo flagrado na Europa deve aportar por aqui só em 2013.

A boa e nova Vespa: scooter ganha motores e não perde o estilo






Ela já tem mais de 65 anos e muita história para contar. Desde sua criação, em 1946, a Vespa já foi desde veículo militar até símbolo de uma geração que saía para os embalos de sábado à noite. Esta semana, o Grupo Piaggio mostrou que o modelo precursor de todos os scooters está mais jovem do que nunca e apresentou as versões S e LX da Vespa equipados com um novo propulsor de três válvulas. 


No visual, embora apresente as marcas da evolução no decorrer dos anos, o scooter conserva a maioria dos elementos que a transformaram em ícone do design italiano. Continuam lá a roda dianteira presa por apenas um lado, inspirada nos trens de pouso aeronáuticos, o corpo volumoso abaixo do assento – que lhe conferiu seu nome assim que o protótipo foi visto por Enrico Piaggio – e o escudo frontal arredondado.



Apesar da inspiração clássica, as duas novas versões da Vespa trazem algumas diferenças entre si. Enquanto a LX faz uma releitura do estilo clássico do scooter com farol e retrovisores arredondados, além de alças metálicas para apoio da garupa, a Vespa S presta uma homenagem ao modelo comercializado na década de 1970. O farol e os espelhos retangulares, ao lado das rodas de liga leve na cor preta formam um conjunto alusivo à Vespa 50 Special e à Vespa Primavera.



Os painéis também são diferentes. Embora apresentem as mesmas funcionalidades, a Vespa LX conta com um mostrador único de fundo claro, que reúne velocímetro e indicador de combustível analógicos sob uma mesma lente - com as luzes de advertência em volta. Já a Vespa S optou por um painel de instrumentos mais sóbrio, com acabamento em preto e mostradores independentes.



No corpo, as mudanças entre os modelos LX e S são ainda mais sutis. Nos “bojos” abaixo do assento, a Vespa LX ganhou entradas de ar maiores e retas, à medida que a S recebeu mais ranhuras posicionadas de forma diagonal. O escudo frontal também muda de uma para a outra. A saliência que incorpora a entrada de ar na parte da frente da Vespa S é mais alongada, enquanto a versão LX recebeu um contorno mais discreto.



Novo motor

Se no desenho as novas Vespas se mantêm fiéis às origens, na motorização o scooter italiano está mais moderno do que nunca. Cada uma é oferecida com quatro opções de motorização, sendo 50cc dois tempos, 50cc quatro tempos e os recém-desenvolvidos quatro tempos de 125 e 150cc com três válvulas, ambos com injeção eletrônica de combustível.



Os dois novos monocilíndricos de maior capacidade têm comando simples no cabeçote, geram 11,6 cv a 8.250 rpm (125cc) e 12,9 cv a 7.750 rpm (150cc) e têm torque máximo de 1,09 kgf.m a 6.500 rpm e 1,3 kgf.m a 6.250 rpm, respectivamente. Ambos refrigerados a ar, os novos propulsores com, uma válvula a mais no cilindro – duas de entrada e uma de escape – são, segundo a Piaggio, mais potentes do que os da última geração, além de 30% mais econômicos.



No mais, as duas Vespas conservam a sua essência, com transmissão automática tipo CVT – padrão nos scooters – e as suspensões monoamortecidas em ambas as rodas, mas com ajuste na pré-carga da mola apenas na traseira. O freio dianteiro continua o mesmo disco hidráulico de 200 mm de diâmetro, mas o tambor traseiro está com 110 mm de diâmetro. Menor do que o da Vespa PX (150 mm).



No mercado



Tanto a Vespa LX como a S com motor de três válvulas já estão disponíveis no mercado italiano em suas duas versões. Os preços do modelo LX são de 3.620 euros para a 125cc e 3.820 euros para a 150cc, algo em torno de R$ 9.335 e R$ 9.851. Já a versão com motor de 125cc da Vespa S é vendida por 3.770 euros, enquanto o modelo de 150cc sai por 3.970 euros, que equivalem a R$ 9.722 e R$ 10.238, respectivamente.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Popular argentino em linhas definitivas



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Neste final de semana, a empresa argetina ArqBravo apresentou o desenho definitivo do primeiro carro popular argentino, o A!PA. Com porte de Ford EcoSport, o conceito surgiu em 2009, mas apenas agora o público recebeu informações concretas sobre mecânica, local de fabricação e design definitivo do produto. O anúncio foi feito nos últimos dias, durante a Exposição de Carros e Motos Argentinos.

O projeto surgiu como uma idéia pessoal do arquiteto Miguel Angel Bravo e pretende conquistar o mercado por meio da versatilidade. O veículo será um utilitário de piso plano capaz de atender a demandas diversas, atuando como carro de família, para cargas ou táxi. A futura fabricante adiantou que o conjunto mecânico – motor e transmissão – deve ser fornecido pela Fiat Powertrain Technologies (FPT), empresa do Grupo Fiat. Ainda assim, 75% dos componentes do A!PA terão produção local. Meta promissora, comparada à média de 45% dos carros produzidos por multinacionais abrigadas nas terras "hermanas".
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Desde o início, aliás, a idéia do projeto era de que o carro fosse acessível, desenhado, desenvolvido e fabricado no país. As três primeiras “metas” já foram praticamente cumpridas. Com previsão de preço de cerca de R$ 18 mil, agora o popular aguarda um aval governamental para entrar na linha de montagem em Florencio Varela, cidade vizinha à capital Buenos Aires. A ArqBravo só poderá fazer carros na Argentina depois de receber o decreto presidencial que a determina como uma empresa automotiva. Nos últimos quatro anos, o país concedeu essa espécie de visto automobilístico aos japoneses da Honda e aos brasileiros da Agrale.

A ansiedade não deve ser pouca para a fabricante. Além do título, a ArqBravo aguarda mais outro decreto da presidente Cristina Kirchner. Este deve definir os benefícios fiscais para a produção do compacto. Como se não bastasse, o protótipo funcional do A!PA depende da aprovação de uma linha de crédito do governo argentino. Mesmo com tantas incertezas, a fabricante afirmou que há planos de vender o modelo no Brasil, porém com motor flex – opção que se tornou mandatária entre os modelos compactos vendidos em solo brasileiro. 

Fiat renova Palio Weekend, Siena EL e Strada



Guilber Hidaka
Linhas 2013 de Palio Weekend, Siena e Strada permanecem sobre a plataforma do Palio antigo

"Quase uma nova família". A frase pode soar exagerada, mas é assim que a Fiat define as transformações estéticas reveladas nesta quarta-feira (13) para o sedã "de entrada" Siena EL, a perua Palio Weekend e a picape Strada. Após a chegada das novas gerações de Palio e Siena (que virou Grand Siena), pairava a dúvida sobre o que a fábrica italiana faria com o "trio compacto" de sucesso. E a resposta é a mais lógica (e óbvia) possível: a Fiat se apoiou no dito popular, de que "não se mexe em time que está ganhando". E promoveu atualizações de estilo bem leves, modificando a frente e o painel dos modelos. 

Nos três modelos, a principal mudança externa são os para-choques dianteiros, que ganharam linhas muito próximas das adotadas no Grand Siena – com as divisórias das seções dos faróis de neblina que lembram barbatanas de tubarão. A grade frontal da família compacta também foi renovada, e agora exibe a barra cromada (também chamada de "bigode") já presente em outros veículos da marca, como o hatch "retrô" Cinquecento (500). De resto, tanto o Siena EL, quanto Palio Weekend e Strada seguem basicamente os mesmos. De "inédito", há apenas novas opções rodas de liga leve e pneus. 

Guilber Hidaka
Painéis foram retocados, mas novidade são os intrumentos; versão mais simples (acima) veio do Novo Uno

Interiores enfim são repaginados 



As mudanças mais sensíveis estão nos interiores, que precisavam mesmo de uma renovada. Tal como antes, o trio "conversa" entre si, e compartilha três painéis que mudam de acordo com as versões. O Siena EL é o único equipado com a mesma peça nas duas configurações de motor disponíveis. O painel é mais simples e mantém bastante do formato antigo, com o console central ressaltado. E o quadro de instrumentos é novinho, com um relógio maior ao centro e outros dois mostradores nas pontas, seguindo o padrão do Novo Uno – que deixa o sedã compacto mais condizente com sua faixa de preços. 

Esse mesmo painel é usado na versão Attractive 1.4 flex da Palio Weekend, e na versão Working 1.4 flex daStrada. Aliás, é na picape pequena que o novo cluster causa maior impacto, já que a atualização para a linha 2013 do utilitário eliminou a versão Fire – que usava o painel mais antigo do Palio, oriundo da primeira reestilização do hatch popular. Apesar de simplificado, o novo painel tem grafismos agradáveis, leitura simples e aparece realçado pelo novo volante de três raios, com formato mais anatômico e um cubo central robusto. E na perua Weekend, esse painel ainda pode ser estilizado com molduras plásticas. 

Guilber Hidaka
Por fora, as únicas novidades do Siena El são o para-choques e a grade frontal, além das rodas de liga opcionais

Preços baixam embalados pelo desconto no IPI 



No todo, a Fiat buscou melhorar a relação custo/benefício dos três modelos veteranos, cada um dentro da faixa que melhor compete. A picape Strada, por exemplo, não dispõe mais da velha versão Fire, também excluída do cardápio do Siena – desde o lançamento do Grand Siena. Com isso, a versão Working da caminhonete passa a ser a mais simples, com preço inicial de R$ 31.490. Já o sedã compacto começa em R$ 28.150 com motor 1.0 flex, e sobe para R$ 30.970 com o bloco 1.4 flex. No topo da gama vem a perua Weekend, a partir de 41.490 na configuração Attractive 1.4 flex. Todos também receberam novos equipamentos de série e algumas melhorias.

Como o foco foi realçar os interiores, Siena ELPalio Weekend e Strada receberam novos bancos e tecidos, além de pequenas evoluções. Os bolsões das portas dianteiras, por exemplo, ganharam porta-garrafas e as variantes básicas do sedã e da picape passam a vir com computador de bordo. Na linha Adventure, Palio eStrada agora dispõem de sistema ABS para os freios e duplo airbag frontal. E para os que preferem a cidade à trilha, a Fiat passa a oferecer na perua aventureira pneus de uso urbano, para rodar sobre o asfalto - mas as rodas de 16 polegadas seguem calçadas com pneus de uso misto.



Confira abaixo a tabela de preços completa e mais imagens do trio de compactos nacionais da Fiat:



Fiat Siena EL 1.0 flex: R$ 28.150 
Fiat Siena EL 1.4 flex: R$ 30.970



Fiat Palio Weekend Attractive 1.4 flex: R$ 41.490 

Fiat Palio Weekend Trekking 1.6 flex: R$ 43.360 

Fiat Palio Weekend Adventure 1.8 flex: R$ 51.510 
Fiat Palio Weekend Adventure 1.8 Dualogic: R$ 53.390



Fiat Strada Working 1.4 flex Cabine Simples: R$ 31.490 

Fiat Strada Working 1.4 flex Cabine Estendida: R$ 34.540 

Fiat Strada Working 1.4 flex Cabine Dupla: R$ 38.440 
Fiat Strada Trekking 1.6 flex Cabine Simples: R$ 38.350 
Fiat Strada Trekking 1.6 flex Cabine Estendida: R$ 41.150 
Fiat Strada Trekking 1.6 flex Cabine Dupla: R$ 45.050 
Fiat Strada Adventure 1.8 flex Cabine Estendida: R$ 47.490 
Fiat Strada Adventure 1.8 flex Cabine Dupla: R$ 51.490 
Fiat Strada Adventure 1.8 flex Dualogic Cabine Dupla: R$ 54.060

Guilber Hidaka
Traseira do Siena EL não mudou, mas reestilização melhorou sensivelmente o interior do sedã compacto
Guilber Hidaka
Strada deixa de ter opção Fire, e versão Trekking passa a usar o motor 1.6 flex, com opção de cabine dupla
Guilber Hidaka
Como de costume, lista de opcionais na Strada (e nos "irmãos" Siena e Palio Weekend) é extensa
Guilber Hidaka
Versão Trekking de Strada e Palio Weekend tem instrumentos mais completos e moldura no console
Guilber Hidaka
Versão Adventure da perua Palio ganhou molduras mais robustas no para-choques e novo painel no interior
Guilber Hidaka
Na versão Dualogic da Palio Adventure, principal novidade são as borboletas no volante para trocas manuais
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Painel da versão Adventure de Palio/Strada mantém mostradores aventureiros, com bússola e inclinômetro