A chegada da linha 2011 do Kia Picanto, no início de agosto, fez as vendas do modelo saltarem de aproximadamente 530 unidades em julho para 1.580 em setembro. O compacto recebeu alterações discretas na aparência, reparadas na nova grade e nos farois de neblina de maiores dimensões. Por dentro e por baixo do capô, não houve novidades.
O principal atrativo do Picanto, porém, continua sendo o custo-benefício. Por R$ 32.900 (sem frete), o cliente leva para casa um popular com airbag duplo, direção elétrica, travas, vidros e retrovisores elétricos, desembaçador traseiro, ar-condicionado, rodas de liga leve de 14 polegadas e CD player com MP3 e entrada auxiliar para iPod/USB. Por R$ 5.000 a mais é possível comprar a configuração com câmbio automático. Para ambas opções, a Kia oferece cinco anos de garantia.
Até girar a chave e acelerar, é difícil se sentir atraído pelo carrinho. Apesar da aparência simpática, o Picanto não prima pelo design atraente. Somado a isso está o fato de o veículo vir equipado com um motor 1.0 de 64 cv de potência e oferecer um porta-malas de apenas 220 litros. Se a ideia, no entanto, é circular pela cidade, o preconceito é posto de lado e o motorista acaba se rendendo ao carisma do sul-coreano.
No anda-e-para urbano, os 64 cv de potência somados aos 8,9 mkgf de torque são suficientes para dar agilidade às inúmeras trocas de marcha e de faixa; a força máxima é atingida aos 3.000 rpm, ou seja, na saída, o conjunto mecânico não mostra preguiça . A baixa cilindrada só é sentida quando o motorista precisa vencer ladeiras. O engate do câmbio manual de cinco velocidades é bastante preciso e suave; em conjunto com a direção elétrica, facilita a vida nos congestionamentos.
Na estrada, o Picanto permite apenas viagens rápidas e com bagagens compactas, em função das pequenas rodas de 14 polegadas (com estepe de emergência) e do tamanho do tanque de combustível, que carrega somente 35 litros de gasolina – apesar de ter feito uma média de 12 km/l durante a avaliação, com o ar-condicionado ligado, o que dá pouco mais de 400 quilômetros de autonomia. Aos ser ultrapassado por veículos de maiores dimensões em trechos rodoviários, a carroceria oscila um pouco.
Entre os populares, o Picanto consegue cumprir a proposta para a qual foi destinada: um veículo totalmente urbano, econômico e com bom acabamento. A segunda geração do modelo já está em testes. Em tempo. Apesar dos diversos facelifts, falta agora uma reformulação na aparência para continuar sendo uma boa pedida para ser o segundo carro da família ou para quem não costuma dar carona.
O principal atrativo do Picanto, porém, continua sendo o custo-benefício. Por R$ 32.900 (sem frete), o cliente leva para casa um popular com airbag duplo, direção elétrica, travas, vidros e retrovisores elétricos, desembaçador traseiro, ar-condicionado, rodas de liga leve de 14 polegadas e CD player com MP3 e entrada auxiliar para iPod/USB. Por R$ 5.000 a mais é possível comprar a configuração com câmbio automático. Para ambas opções, a Kia oferece cinco anos de garantia.
Até girar a chave e acelerar, é difícil se sentir atraído pelo carrinho. Apesar da aparência simpática, o Picanto não prima pelo design atraente. Somado a isso está o fato de o veículo vir equipado com um motor 1.0 de 64 cv de potência e oferecer um porta-malas de apenas 220 litros. Se a ideia, no entanto, é circular pela cidade, o preconceito é posto de lado e o motorista acaba se rendendo ao carisma do sul-coreano.
No anda-e-para urbano, os 64 cv de potência somados aos 8,9 mkgf de torque são suficientes para dar agilidade às inúmeras trocas de marcha e de faixa; a força máxima é atingida aos 3.000 rpm, ou seja, na saída, o conjunto mecânico não mostra preguiça . A baixa cilindrada só é sentida quando o motorista precisa vencer ladeiras. O engate do câmbio manual de cinco velocidades é bastante preciso e suave; em conjunto com a direção elétrica, facilita a vida nos congestionamentos.
Na estrada, o Picanto permite apenas viagens rápidas e com bagagens compactas, em função das pequenas rodas de 14 polegadas (com estepe de emergência) e do tamanho do tanque de combustível, que carrega somente 35 litros de gasolina – apesar de ter feito uma média de 12 km/l durante a avaliação, com o ar-condicionado ligado, o que dá pouco mais de 400 quilômetros de autonomia. Aos ser ultrapassado por veículos de maiores dimensões em trechos rodoviários, a carroceria oscila um pouco.
Entre os populares, o Picanto consegue cumprir a proposta para a qual foi destinada: um veículo totalmente urbano, econômico e com bom acabamento. A segunda geração do modelo já está em testes. Em tempo. Apesar dos diversos facelifts, falta agora uma reformulação na aparência para continuar sendo uma boa pedida para ser o segundo carro da família ou para quem não costuma dar carona.
Um comentário:
Maiores detalhes em meu blog sobre o picanto 2011 ( HTTP://WWW.MEUPICANTO.COM )
Abraços!
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