O Fiat Uno, em sua segunda geração, chegou para ser a pedra no sapato do Volkswagen Gol. Até agora, só incomodou nas vendas, mas sem conseguir ultrapassar o tradicional líder do mercado. Eles até já se encontraram no iCarros, quando o Uno venceu o Gol nas suas configurações de entrada, equipadas com motores de 1,0 litro.
Com o Fiat em seus calcanhares, a Volkswagen resolveu atacar uma das versões mais vendidas do Uno, a Way, com uma roupagem também aventureira trazendo de volta o nome Rallye. Como o Gol vem somente com motor de 1,6 litro, o iCarros chamou o Uno com 1,4 litro para ver se o resultado do primeiro comparativo se repete ou se a história vai ser diferente. Vale lembrar que a versão do Uno também pode ter o propulsor menor.
O Gol Rallye 1.6 custa R$ 40.700 contra os R$ 32.480 que a Fiat pede pelo Uno Way 1.4, mas o Volkswagen vem com rodas de liga-leve de 15 polegadas, trio elétrico, direção hidráulica, chave estilo canivete, faróis de neblina e milha integrados e sensor de estacionamento traseiro.
Para equipar o Uno Way com todos esses equipamentos, mas sem o sensor de estacionamento e com rodas de 14 polegadas, o preço sobe para R$ 36.321, incluindo ajuste de altura do banco do motorista, outro item de série do Gol. Entre os opcionais, os dois carros podem ter ar-condicionado, CD-player com MP3 e entrada USB com interface para Apple iPod e Bluetooth, freios ABS e airbag duplo. O Rallye ainda pode ter computador de bordo.
Estilo aventureiro só por fora
Reconhecer um carro que adotou a moda da roupagem aventureira é fácil, já que eles combinam muitos itens entre sim. Os dois carros possuem apliques pretos nas caixas de rodas, largos frisos nas laterais e protetores prateados no centro dos para-choques. O Gol tem um adereço imitando um quebra-mato e grandes faróis de neblina com milha. O Uno tem para-choques e grade pintados de preto e rack de teto.
Por dentro, os dois modelos são mais discretos. O Gol tem o painel com a parte superior mais clara que nas versões tradicionais. Os bancos ficam com o destaque apenas por ter o nome da versão estampado com – de forma curiosa – alguns quadrados com cantos arredondados, tema que guia o desenho justamente do rival Uno. O Way é mais discreto ainda, tendo apenas o tecido dos bancos exclusivos, também com o nome da versão bordada nos encostos.
Desempenho compensa o preço do Gol
Se o Gol continua mais caro que o Uno equiparado em acessórios e ainda faltam motivos para isso, o motor faz a diferença. Ao contrário do comparativo entre os carros com motor 1.0, entre o 1.6 da Volkswagen e o 1.4 da Fiat a diferença é maior. O Gol tem 101 cv com gasolina e 104 cv com álcool a 5.250 rpm. O torque máximo é de 15,4 kgfm e 15,6 kgfm respectivamente.
O Uno tem 85 cv com gasolina e 88 cv com álcool a 5.750 giros, enquanto o torque máximo chega aos 12,4 kgfm e 12,5 kgfm com cada combustível. Com isso, o Fiat acelera de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos, 1,2 s mais lento que o rival. A velocidade máxima é de 167 km/h, 15 km/h a menos.
Mas não é só nos números que o Uno fica abaixo do Gol. A direção e o câmbio mais precisos dão melhor dirigibilidade ao carro amarelo das fotos. A suspensão, sem desmerecer a do Uno, é bem acertada e equilibra o conforto com a estabilidade. O Uno se dá melhor quando falamos de acabamento e posição de dirigir. Os comandos também estão mais à mão que no Gol.
Veredicto de Fernando Pedroso – Se o comprador gosta mesmo do estilo aventureiro e está em dúvida entre as duas opções, vale a pena gastar um pouco a mais e levar o Gol Rallye, que é mais equipado e tem desempenho superior. A arma do Uno é mesmo o custo-benefício, já que com quase o mesmo nível de equipamento, ainda fica mais barato que o rival. Mesmo assim, ficam faltando equipamentos como sensor de estacionamento, rodas de 15 polegadas e faróis de milha.
Com o Fiat em seus calcanhares, a Volkswagen resolveu atacar uma das versões mais vendidas do Uno, a Way, com uma roupagem também aventureira trazendo de volta o nome Rallye. Como o Gol vem somente com motor de 1,6 litro, o iCarros chamou o Uno com 1,4 litro para ver se o resultado do primeiro comparativo se repete ou se a história vai ser diferente. Vale lembrar que a versão do Uno também pode ter o propulsor menor.
O Gol Rallye 1.6 custa R$ 40.700 contra os R$ 32.480 que a Fiat pede pelo Uno Way 1.4, mas o Volkswagen vem com rodas de liga-leve de 15 polegadas, trio elétrico, direção hidráulica, chave estilo canivete, faróis de neblina e milha integrados e sensor de estacionamento traseiro.
Para equipar o Uno Way com todos esses equipamentos, mas sem o sensor de estacionamento e com rodas de 14 polegadas, o preço sobe para R$ 36.321, incluindo ajuste de altura do banco do motorista, outro item de série do Gol. Entre os opcionais, os dois carros podem ter ar-condicionado, CD-player com MP3 e entrada USB com interface para Apple iPod e Bluetooth, freios ABS e airbag duplo. O Rallye ainda pode ter computador de bordo.
Estilo aventureiro só por fora
Reconhecer um carro que adotou a moda da roupagem aventureira é fácil, já que eles combinam muitos itens entre sim. Os dois carros possuem apliques pretos nas caixas de rodas, largos frisos nas laterais e protetores prateados no centro dos para-choques. O Gol tem um adereço imitando um quebra-mato e grandes faróis de neblina com milha. O Uno tem para-choques e grade pintados de preto e rack de teto.
Por dentro, os dois modelos são mais discretos. O Gol tem o painel com a parte superior mais clara que nas versões tradicionais. Os bancos ficam com o destaque apenas por ter o nome da versão estampado com – de forma curiosa – alguns quadrados com cantos arredondados, tema que guia o desenho justamente do rival Uno. O Way é mais discreto ainda, tendo apenas o tecido dos bancos exclusivos, também com o nome da versão bordada nos encostos.
Desempenho compensa o preço do Gol
Se o Gol continua mais caro que o Uno equiparado em acessórios e ainda faltam motivos para isso, o motor faz a diferença. Ao contrário do comparativo entre os carros com motor 1.0, entre o 1.6 da Volkswagen e o 1.4 da Fiat a diferença é maior. O Gol tem 101 cv com gasolina e 104 cv com álcool a 5.250 rpm. O torque máximo é de 15,4 kgfm e 15,6 kgfm respectivamente.
O Uno tem 85 cv com gasolina e 88 cv com álcool a 5.750 giros, enquanto o torque máximo chega aos 12,4 kgfm e 12,5 kgfm com cada combustível. Com isso, o Fiat acelera de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos, 1,2 s mais lento que o rival. A velocidade máxima é de 167 km/h, 15 km/h a menos.
Mas não é só nos números que o Uno fica abaixo do Gol. A direção e o câmbio mais precisos dão melhor dirigibilidade ao carro amarelo das fotos. A suspensão, sem desmerecer a do Uno, é bem acertada e equilibra o conforto com a estabilidade. O Uno se dá melhor quando falamos de acabamento e posição de dirigir. Os comandos também estão mais à mão que no Gol.
Veredicto de Fernando Pedroso – Se o comprador gosta mesmo do estilo aventureiro e está em dúvida entre as duas opções, vale a pena gastar um pouco a mais e levar o Gol Rallye, que é mais equipado e tem desempenho superior. A arma do Uno é mesmo o custo-benefício, já que com quase o mesmo nível de equipamento, ainda fica mais barato que o rival. Mesmo assim, ficam faltando equipamentos como sensor de estacionamento, rodas de 15 polegadas e faróis de milha.
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