O grande barato desse cupê é se tornar conversível quando você quer, além do desempenho esperto do motor 2.0 turbo de 200 cv
Mesmo chegando ao Brasil atrasado, o Eos ainda disperta desejo pelo design arrojado.Ei, você, que é ou será proprietário do novo VW Eos ou que vai pegá-lo emprestado do amigo para uma voltinha. Se os dias estiverem quentes, não espere até o amanhecer para aproveitar o que esta novidade oferece de melhor: a esportividade que traz o vento na cara como bônus. Pare o carro, coloque o dedo indicador no botão posicionado no apoio de braço entre os bancos dianteiros e espere 25 segundos. É o tempo necessário para o teto rígido deste CC (cupê conversível ou cupê camaleão?) dobrar-se por completo e se acomodar suavemente no compartimento de bagagem. É um período bem curto de espera para começar a experimentar a sensação de liberdade que este conversível proporciona. O Eos, que chega por R$ 159.900, não é um simples cupê que se traveste de conversível. Ele se diferencia dos concorrentes diretos no Brasil – Peugeot 307 CC (R$ 136.400) e Renault Mégane CC (R$ 120,5 mil) – por utilizar muita tecnologia de ponta. Anote aí. O primeiro item é o sistema eletro-hidráulico de abertura da capota, que conta com 470 componentes. A marca alemã também dotou o modelo com um teto solar de vidro escurecido, que mede 1.125 milímetros por 605 mm, inédito na indústria automobilística, segundo a empresa. Pode parecer bobagem para um conversível, mas lembre-se que nem sempre você estará com a capota recolhida, por questões de segurança. Aí, um ventinho e um solzinho na cabeça vai bem no traje cupê.

Lanternas com elementos circulares já foram abandonadas nos VW mais modernos



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